ruminante’s Weblog


Jornalismo participativo - modismo ou idade de ouro da profissão?
Abril 29, 2008, 7:10 pm
Arquivado em: Cibercultura, Comunicação, Internet, Opinião pública, Web 2.0

Hoje, no Brasil, temos poucos exemplo do chamado jornalismo participativo, em maior parte da internet.
Em alguns anos, essa comunicação baseada na troca freqüente de informações e material com o público leitor, pode se tornar um novo seguimento de profissão para jornalistas da área. Por que, não?

Fala-se muito da ética jornalística que é quase ausente entre leigos que enviariam seu material audio-visual, textual ou auditivo em forma de notícia às empresas jornalísticas. Mas será que existe tanta ética assim por parte dos representantes da profissão? Na minha opinião, a diferença é que dos jornalistas exigiría-se bem mais quanto a isso.

Como participar? No site Globo.com existem algumas regras:

- O Eu-Repórter é um veículo de jornalismo participativo, para leitores que queiram contribuir com textos, fotos, vídeos ou áudios para o notíciário do Globo Online

- O Eu-Repórter não é um veículo de divulgação de trabalhos de jornalistas e/ou fotógrafos profissionais ou free-lancers

- O conteúdo enviado para o Eu-Repórter poderá ser publicado não só no site O Globo Online, mas também nos jornais O Globo, Extra, Expresso e Diário de São Paulo

- O Eu-Repórter só publica textos, fotos, vídeos e áudios noticiosos, nunca opinativos

- O conteúdo deve obrigatoriamente ser de autoria que quem o envia

- A publicação do conteúdo está sujeita a aprovação da equipe de editores do Globo Online

- Textos com palavrões; acusações pessoais desacompanhadas de provas; preconceitos de qualquer ordem; que promovam a violência ou que estejam em desacordo com as leis brasileiras não serão publicados

- Todos os textos, imagens, vídeos e áudios publicados serão assinados

- Os textos podem ter, no máximo, 2 mil caracteres, contando os espaços

- Os arquivos podem ter, no máximo, 10 megabytes

- Para enviar seu material, você deverá concordar com o Termo de Compromisso e Cessão de Direitos Autorais.

É possível que futuramente, assim como Overmundo, OhMy News!, Slashdot, CMI - Centro de Mídia Independente e o Wikinotícias, a idéia esteja bem mais difundida e aproveitada, e se nós quisermos - e não Deus - bem menos comercial.



Como pequenas coisas podem fazer uma grande diferença?

A história da Wolverine, uma desconhecida empresa de calçados nos EUA, que conseguiu atingir a venda de milhões de pares de um de seus produtos, o Hush Puppies, sem gastar nada com propaganda. Como e por que isso aconteceu se até fins de 1994, a quantidade desses produtos vendidos não passava de 30.000 pares por ano. A partir de 1995, algo surpreendente aconteceu: o número de vendas saltou para 430.000. No ano seguinte cresceu para 1.700.000 e em 1997 esse número aumentou ainda mais.

Comentando sobre os acontecimentos, o presidente da empresa confessou que sua companhia não tinha quase nada a ver com aquele fenômeno. O que aconteceu então?

A popularidade dos Hush Puppies se espalhou com muita velocidade. No início eram apenas algumas pessoas que usavam os sapatos na região de Manhattan, em Nova York. De repente, dois estilistas famosos decidiram utilizá-los em suas coleções de primavera e em seus shows. Sem intenção de tornar o produto da Wolverine uma tendência, eles ajudaram a criar uma nova moda. Em apenas dois anos, os Hush Puppies se tornaram famosos, e podiam ser encontrados nos principais shopping-centers americanos.

Gladwell chama isso de comportamento contagiante. As pessoas são infectadas por influenciadores que vivem em seu ciclo de relacionamento. No caso da Wolverine, os influenciadores infectaram as pessoas com o vírus Hush Puppies. Isto pode acontecer em várias outras situações.

Fonte: www.ricardopomeranz.com



!
Abril 24, 2008, 2:51 am
Arquivado em: Comunicação

…e na porta da casa do Nardoni Grand Father tinha até fichados na polícia: “o c… falando da bund…”



Aí em profe…grande reputação!
Abril 24, 2008, 1:44 am
Arquivado em: Comunicação, Marketing

 

Logo depois da participação da Gisele falando em Tecnologia, informação e comunicação para os alunos de Assessoria Institucional, recebo o scrap da professora Vera Gerzon, respsonsável pela disciplina:



Memeu
Abril 22, 2008, 6:28 pm
Arquivado em: Comunicação, Internet, Web 2.0

A desordem é a seguinte: diga um frase que você acha emblemática dita alguém que (VOCÊ) considera importante - vale até sua antiga vizinha, ou seja, qualquer pessoa, sem necessidade de ser conhecida. Eu escolhi essa aqui dita por Chico Science:

“Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar…”

Como imperadora ruminante, cuspo a mesma ordem para Gabriel, Rodrigo Gaspa, Mano e Miguel! Depois ruminaremos sobre em um post… 

 



Desconstruindo o sucesso das marcas
Abril 15, 2008, 3:07 pm
Arquivado em: Comunicação, Literatura, Marketing

Num mato onde os cães avançam e se avançam diente dos nossos olhos para fixar sua marca, estudamos as mehlores estratégias para adquirir os melhores dentes e afiá-los com lixas de Branding.

Em Sem Logo: A Tirania das Marcas em um Planeta Vendido, Naomi Klein apresenta um lado que nó0s comunicadores temos abrogação de conhecer, por mais que abracemos a torto e a direito o amor a camisa da empresa a qual vamos desenvolver nosso trabalho de consultoria.