ruminante’s Weblog


Um novo jeito de governar ou de olhar

Política na Intenet: A governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius (PSDB) eleita em 2006 com 53,94%, 3.377.973 dos votos válidos dos gaúchos tinha em sua estratégia de comunicação o slogam carro chefe que prometia “Um novo jeito de governar”. Com o discurso que tratava de uma proposta diferencia dos governos anteriores no estado, sua campanha atingiu a opinião do público de maneira positiva.

Hoje a governadora do estado gaúcho infrenta uma crise política diante de ligações diretas com a corrupção no Detran, além de dívidas imensas deixadas pelos governos anteriores, violência da Brigada Militar gerenciada pela sua secretaria de segurança e a tentativa de diminuição dos gastos a partir de cortes das necessidades básicas da população como saúde e educação. Na internet: em blogs, vídeos do youtube, fóruns do Orkut as críticas ao “…jeito de governar” de Yeda crescem cada vez mais e chegam à ridicularização de sua imagem.

Numa democracia, a política esté diretamente ligada aos elementos imagem e reputação…neste caso, a governadora tem muito trabalho. Basta procurar por “governo yeda” ou “Yeda Crusiu” e o que aparecem são protesto em várias instâncias da população gaúcha. 

 



Falei, tá falado!
Junho 10, 2008, 8:46 pm
Arquivado em: Comunicação, Influenciadores na comunicação, Opinião pública


Obviedades da publicidade na internet e outras perspectivas
Junho 3, 2008, 1:57 pm
Arquivado em: Buzz, Comunicação, Internet, Marketing | Etiquetas: , , , ,

 

Banners, spans, rich-medias, pop-ups são as estratégias mais comuns de publicidade na internet. Foi com a proposta do banner que Alex Tew trabalho e que lhe rendeu grandes lucros,inclusive.  Seu site milliondollarhomepage.com ofereceu, por um dólar, cada pixel existente na home para empresas anunciares seus produtos e serviços. Ao todo 1 milhão de dólares em 3 meses de venda foi o lucro da empreitada, sem falar nos últimos pixels à venda que renderam leilões e mais lucro. A idéias não deixa de ser muito original.

Por outro lado, é fato que muitas pessoas se incomodam com essas estratégias tão comuns de comunicação. Enquanto se está lá, clicando em uma notícia interessante, aparece um banner e “ploft!”, lembra-se da publicidade na internet. O difícil é encontrar o “X” para fechar, é essa a idéia.
Essas formas de divulgação na internet são boas formas de captar a atenção do público internauta até hoje senão as empresas já teriam desistido de importunar os clientes em potencial.  Além dessas estratégias novas maneiras de abordagem vêm tomando forma. E nesse caso, a intenção é o implícito e acima de tudo com credibilidade: indicação de blogueiros.

É uma espécie de acessoria de imprensa através dos blogs mais famosos da área de interesse dos possíveis clientes das empresas. Oferece-se dinheiro ou kit da empresa em troca de boas opiniões sobre produtos e serviços. É uma “boa idéia” que os jornais já adotam através da venda de espaço em editorias com boas opiniões de jornalistas ou mesmo assessoria de imprensa lá no finalzinho do texto referente à área de conhecimento da matéria.

 A consultoria de relações públicas Wirthlin Group, de Nova Yourk, apurou em um estudo mais recente, realizado com 1.023 pessoas para detectar as fontes de informação de maior impacto na decisão de compra de um produto ou serviço, que 35% dos entrevistados eram mais influenciados por matérias em jornais e 28% por artigos em revistas, contra 8% de entrevistados que indicaram comerciais de televisão.

A idéia da adoção dos blogueiros, não exige muito de ética profissional, afinal são as meias diversas cabeças que trabalham em seus blogs e não é tão descarada do ponto de vista de um leigo em comunicação. Além disso é uma forma de sobreviver do blogueiro, se este receber dinheiro. A democracia internética possibilita aos leitores continuar acessando ou fechar a página do blog.
Referencial teórico:SHERWIN, Gregory R. & AVILA, Emily N. Connecting online: creating a sucessfull image on the internet. Central Point, Oregon: The Oasis Press, 1999. (PSI Sucessful business library.) 



A Favorita nas eleições 2008

Mal o folhetim estreou e o telespectador já foi bombardeado de pitadas panfletárias de direita. Afinal, para tentar influenciar nas opiniões próximas das eleições e diminuir o número de prefeituras de esquerda, a Globo não poupa tempo. Talvez dinheiro… A novela que seria ambientada estrategicamente em Brasília não fossem os custos com a produção na capital federal, é gravada em São Paulo. Atitude louvável do ponto de vista de quem se deparava todas as noites com o Leblon, o Pão de Açucar e Copacabana há alguns anos.

Rola pela internet que a nova novela tem o apoio financeiro da Aracruz e da Votorantim. O que não é de se duvidar afinal, a trama gira em torno do império da celulose através de umgrande empresário (Mauro Mendonça) que teve um passado de esquerda em sua juventude e hoje está ainda longe daquele caráter ganancioso e frio dos típicos dirigentescapitalistas que a Globo já apresentou. Sua esposa, a atriz Glória Menezes é um humanitárias cheia dos projetos sociais em benefício dos “necessitados”. Lá vem o papo de responsabilidade social da iniciativa privada novamente…

E que é o inimigo íntimo do empresário? Tarcísio Meira que faz um personagem chamado de “Copola” típico sindicalista sujo, pobre e agitador. Homem que no passado disputou com o personagem de Mauro Mendonça o “amor” da personagem de Glória Menezes e perdeu. Ontem, já na primeira investida dos sindicalistas da empresa de celulose, Tarcísio Meira cai e tem uma fraqueza transparecendo de alguma forma que a luta já não é mais para sua idade. Afinal, em diálogo, o grande empresário argumenta: “O muro de Berlim já caiu há quase 20 anos! Chega disso!”.

Outro fato é no momento em que Lara, personagem de Mariana Ximenes ganha um belo cavalo de seu avô, o tal imperados da celulose. “Viu, até você que é de esquerda aceita admite os grandes prazeres capitalistas!” - diz o avô. E logo depois de um argumento leviano da personagem, ele segue: “Na juventude todo mundo é de esquerda, isso passa…”

E o personagem de Milton Gonçalves? O Deputado que quer se eleger pela 3ª vez e depende se seu pobre e miserável eleitorado…No primeiro discurso, as gesticulações e as palavras idênticas ao discurso de Lula  são até exageradas. E as estrelas amarelas distribuídos no material do candidato?

O bom foi saber que o primeiro de capítulo da novelinha refletiu a pobreza progressiva do ibope das novelas globais: “caracterísitcas das superproduções na estréia, a emissora quebrou sua tradição de exibir cenas típicas de uma superprodução, daquelas de hipnotizar o público com pirotecnias, imagens aéreas ou personagens em cenários luxuosos no exterior. Tudo foi muito pobrinho para o padrão de uma novela das oito.” - Folha de Sâo Paulo On Line

Enfim, muitos teóricos da comunicação dizem que é uma visão ultrapassada achar que a mídia manipula as pessoas e que isso ainda é muito baseado nos princípios da Escola Frankfurtiana, mas os grandes meios de comunicação ainda não desistiram…

 

Desligue a tevê e faça algo produtivo!



Um blog na mão e idéias na cabeça
Junho 2, 2008, 2:55 am
Arquivado em: Blogs, Blogueiros, Comunicação, Internet, Web 2.0

“Blogueiros ainda são um grão de areia na web. Não adianta o mainstream querer promover os blogs a grande fenômeno social porque ‘ainda’ não são. Além disso, a quantidade de blogs abandonados é absurda.” Bruno Rodrigues, colunista do Comunique-se, aldeia de blogs, colunas e informação via internet, definiu assim o futuro dos blogs de imediato. No entanto vemos muitos jornalistas, professores da área de comunicação e internautas em geral, admitirem que buscam informações diariamente nestes sites e ainda que eles estão ganhando muita credibilidade como disseminadores da informação. A fidelidade desta nem tão nova espécie de veículo de comunicação vem sendo intensa.

A ferramenta também vem atraindo cada vez mais blogueiros por vários motivos. Além da possibilidade de ter um espaço de expressão própria e poder se visto por pessoas de diversas partes do mundo, através do weblog, o internauta pode tem sistemas de criação e edição das páginas são muito atrativos pelas facilidades que oferecem, pois dispensam o conhecimento de HTML, o que atrai pessoas a criá-los.

São jornalistas, profissionais liberais, estudantes, organizações não-governamentais, as grandes empresas, que além da utilização dos sites como ferramenta de contato com os públicos relacionados aos seus produtos e serviços, têm nos blogs uma forma de expressar informações de maneira mais “intímas” com seus clientes promovendo maior aproximação.



Jornalismo participativo - modismo ou idade de ouro da profissão?
Abril 29, 2008, 7:10 pm
Arquivado em: Cibercultura, Comunicação, Internet, Opinião pública, Web 2.0

Hoje, no Brasil, temos poucos exemplo do chamado jornalismo participativo, em maior parte da internet.
Em alguns anos, essa comunicação baseada na troca freqüente de informações e material com o público leitor, pode se tornar um novo seguimento de profissão para jornalistas da área. Por que, não?

Fala-se muito da ética jornalística que é quase ausente entre leigos que enviariam seu material audio-visual, textual ou auditivo em forma de notícia às empresas jornalísticas. Mas será que existe tanta ética assim por parte dos representantes da profissão? Na minha opinião, a diferença é que dos jornalistas exigiría-se bem mais quanto a isso.

Como participar? No site Globo.com existem algumas regras:

- O Eu-Repórter é um veículo de jornalismo participativo, para leitores que queiram contribuir com textos, fotos, vídeos ou áudios para o notíciário do Globo Online

- O Eu-Repórter não é um veículo de divulgação de trabalhos de jornalistas e/ou fotógrafos profissionais ou free-lancers

- O conteúdo enviado para o Eu-Repórter poderá ser publicado não só no site O Globo Online, mas também nos jornais O Globo, Extra, Expresso e Diário de São Paulo

- O Eu-Repórter só publica textos, fotos, vídeos e áudios noticiosos, nunca opinativos

- O conteúdo deve obrigatoriamente ser de autoria que quem o envia

- A publicação do conteúdo está sujeita a aprovação da equipe de editores do Globo Online

- Textos com palavrões; acusações pessoais desacompanhadas de provas; preconceitos de qualquer ordem; que promovam a violência ou que estejam em desacordo com as leis brasileiras não serão publicados

- Todos os textos, imagens, vídeos e áudios publicados serão assinados

- Os textos podem ter, no máximo, 2 mil caracteres, contando os espaços

- Os arquivos podem ter, no máximo, 10 megabytes

- Para enviar seu material, você deverá concordar com o Termo de Compromisso e Cessão de Direitos Autorais.

É possível que futuramente, assim como Overmundo, OhMy News!, Slashdot, CMI - Centro de Mídia Independente e o Wikinotícias, a idéia esteja bem mais difundida e aproveitada, e se nós quisermos - e não Deus - bem menos comercial.



Como pequenas coisas podem fazer uma grande diferença?

A história da Wolverine, uma desconhecida empresa de calçados nos EUA, que conseguiu atingir a venda de milhões de pares de um de seus produtos, o Hush Puppies, sem gastar nada com propaganda. Como e por que isso aconteceu se até fins de 1994, a quantidade desses produtos vendidos não passava de 30.000 pares por ano. A partir de 1995, algo surpreendente aconteceu: o número de vendas saltou para 430.000. No ano seguinte cresceu para 1.700.000 e em 1997 esse número aumentou ainda mais.

Comentando sobre os acontecimentos, o presidente da empresa confessou que sua companhia não tinha quase nada a ver com aquele fenômeno. O que aconteceu então?

A popularidade dos Hush Puppies se espalhou com muita velocidade. No início eram apenas algumas pessoas que usavam os sapatos na região de Manhattan, em Nova York. De repente, dois estilistas famosos decidiram utilizá-los em suas coleções de primavera e em seus shows. Sem intenção de tornar o produto da Wolverine uma tendência, eles ajudaram a criar uma nova moda. Em apenas dois anos, os Hush Puppies se tornaram famosos, e podiam ser encontrados nos principais shopping-centers americanos.

Gladwell chama isso de comportamento contagiante. As pessoas são infectadas por influenciadores que vivem em seu ciclo de relacionamento. No caso da Wolverine, os influenciadores infectaram as pessoas com o vírus Hush Puppies. Isto pode acontecer em várias outras situações.

Fonte: www.ricardopomeranz.com



!
Abril 24, 2008, 2:51 am
Arquivado em: Comunicação

…e na porta da casa do Nardoni Grand Father tinha até fichados na polícia: “o c… falando da bund…”



Aí em profe…grande reputação!
Abril 24, 2008, 1:44 am
Arquivado em: Comunicação, Marketing

 

Logo depois da participação da Gisele falando em Tecnologia, informação e comunicação para os alunos de Assessoria Institucional, recebo o scrap da professora Vera Gerzon, respsonsável pela disciplina:



Memeu
Abril 22, 2008, 6:28 pm
Arquivado em: Comunicação, Internet, Web 2.0

A desordem é a seguinte: diga um frase que você acha emblemática dita alguém que (VOCÊ) considera importante - vale até sua antiga vizinha, ou seja, qualquer pessoa, sem necessidade de ser conhecida. Eu escolhi essa aqui dita por Chico Science:

“Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar…”

Como imperadora ruminante, cuspo a mesma ordem para Gabriel, Rodrigo Gaspa, Mano e Miguel! Depois ruminaremos sobre em um post…